quinta-feira, 21 de julho de 2011

Manchetes da Gazeta Regional 22/07







Edição sexta-feira, 22 de julho de 2011

Polícia Civil começa a esclarecer homicídios
Dos três casos recentes de homicídio, um foi esclarecido esta semana, com a divulgação da identidade do autor da morte de Flávio Ribeiro. Os outros dois casos – o da boate e o da Getúlio, a Polícia Civil tem suas investigações adiantas.

Camaquã

Quatro são detidos por tráfico de drogas. Quadrilha agia no Bairro Assomuca.

Região
Prefeitura de Tapes é a única a não renovar convênio com HNSA

Camaquã
Festa do Colono e dos caminhoneiros são neste final de semana. Confira as programações

Camaquã
Centro de Geração de Renda forma mais de 200 profissionais

Dom Feliciano
Iniciam obras do Instituto Valdomiro Lorenz

Camaquã
Artesanato local integra pesquisa inédita do Ministério do Turismo

Esporte
Camaquã fecha primeiro turno liderando chave na Taça Zona Sul


E mais: as colunas de Alvorino Osvaldt, Oberti Martins, Celiomar Garcia e Alex Soares. Os flagrantes sociais, a cobertura esportiva

sábado, 16 de julho de 2011

Nova concepção carcerária

O presidente do PT de Camaquã, Eduardo Silva, esteve em Porto Alegre, na última segunda-feira, onde esteve reunido com o superintendente da Susepe, Gelson dos Santos Treisleben. Na pauta esteve a desistência do governo em construir um novo presídio local. A Eduardo Silva, Treisleben explicou que entre as razões da desistência estão o custo inicial alto das obras e a concepção do governo petista em construir presídios menores – o de Camaquã não se adequaria a esse padrão. Da Capital, o dirigente trouxe a garantia da disposição do superintendente de tentar achar soluções para questão prisional da região com os poderes locais.

Diálogo
Após a reunião em Porto Alegre, Eduardo Silva e o vereador petista começaram a articular um encontro com as lideranças dos poderes locais, mais o Ministério Público com a chefia da Susepe.

Censura
Depois da entrevista dada à Rádio Camaquense, na qual anunciou que o governo não faria mais o novo presídio de Camaquã, o diretor do Departamento de Planejamento e Engenharia Prisional da Susepe, Carlos Roberto Hebeche ficou proibido de conceder entrevistas sem autorização prévia da Secretaria Estadual de Segurança.


Desinformado

No programa Gaúcha Atualidade, de segunda-feira, da Rádio Gaúcha, o secretário estadual da Segurança, Airton Michels se mostrou surpreso ao ser informado pela jornalista Rosane de Oliveira das condições oferecidas ao Estado pelo município para a construção do presídio. Muito estranho o secretário não ter esta informação relevante.

Fora
O PMDB de Camaquã sofreu cinco baixas esta semana. Entre estão a dos ex-secretários do governo Molon, Adão Eledar de Souza e Jorge Jardim. Os tons das cartas de desfiliações foram proporcionais ao nível de mágoa acumulada pelos ex-auxiliares.


Crítica

Jardim, cujo destino deverá ser o seu partido de origem: o PP, mostra em sua carta especial ressentimento com o vereador Ludgero Marques: “Aparece um candidato de si mesmo e todos ficam sem dizer nada”, diz um trecho numa referência ao inicial desejo de Marques se candidatar a prefeito em 2012.


Fogo amigo

Não é bem assim: se tem alguém que sofre forte oposição interna por conta de uma possível candidatura à prefeitura é Ludgero Marques. A começar pela chefia.


Comando regional

Diante das cenas cariocas registrada em seu município, o prefeito Marcus Vinicius de Almeida aproveitará a reunião que haverá na próxima segunda-feira em Sentinela do sul, para mobilizar os colegas a fim de que o governo instale um comando de policiamento ostensivo próprio da Costa Doce. Para o pepista, um comando regional inibiria novas ações, facilitando a reação policial.


Rápidas

Todo o governo tem que ter um vilão. No governo Molon, o escolhido foi Ludgero Marques.

A conta política de Marques foi inflada por débitos que passaram longe de sua capacidade de influir no governo.


Duas figuras merecem um registro especial pela concretização do projeto de Irrigação da Costa Doce: José Carlos Pires e João Viegas.

O que o assessor de Mendes Ribeiro e o engenheiro da AUD se viraram não foi brincadeira.

Falando em Mendes Ribeiro, ele agora é o líder do governo no Congresso. Seus interlocutores subiram o padrão.

A partir de agosto, tem novidade no horário das 17h da Rádio Camaquense, no espaço do tradicionalismo.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

IDEB PÚBLICO

É no mínimo desafiador para as casas de ensino, mestres, estados e prefeituras a possibilidade de, por força de lei, as escolas públicas serem obrigadas a afixar em suas fachadas suas notas de avaliação do ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).

Tal índice, criado em 2007, tem por meta medir, à cada dois anos letivos, a qualidade do ensino nas redes públicas. Chegar a uma média 6, numa escala que vai de 0 a 10, é o objetivo das autoridades de educação até 2022. Esse é o número alcançado nos países desenvolvidos. Atualmente, fica em 4,9 a média gaúcha entre a 1ª e 4ª séries, 4,1 da 5ª a 8ª e apenas 3,9 a do Ensino Médio. São números muito próximos a da média nacional.

A ideia, porém, lançada pelo especialista em educação Gustavo Ioschpe e abraçada pelo deputado federal Edmar Arruda (PSC-PR), que a transformou em Projeto de Lei. A mesma iniciativa também começa a ser discutida nas Assembleias Legislativa e Câmara de Vereadores. No entanto, na medida em que o debate começa a tomar corpo, o assunto sofre um grande paredão de resistência.

A principal queixa dos contrários é que a divulgação pode gerar constrangimento entre as comunidades escolares de nota mais baixa. Já os defensores da proposta, vêem no placar público, uma forma de estimular o bom ensino e aprendizado.

Seja como for, urge a necessidade de uma maior transparência do nível de ensino que cada escola oferece. Na maioria absoluta dos casos, os pais não fazem a mínima ideia sobre a eficácia do ensino repassado aos filhos em sala de aula. É fato que esses números já são disponibilizados pelo MEC, através do seu site. Mas quantos acessam a página ou sabem disso?

Os contrários à proposta também falam que a divulgação geraria uma natural concorrência entre as escolas. E será que uma disputa saudável também não estimularia a um maior desempenho de escolas, professores e alunos?


Texto de Alex Soares/Editorial Gazeta Regional desta semana

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